Quem sou eu

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Nascido em 15/06/1964, sou um dinossauro me aventurando em um mundo essencialmente de jovens.
No entanto, sou um homem moderno, light, portanto insosso e incapaz de sintetizar essa enorme massa de informação a que tenho acesso. 

Viajante do Google Street View.

Já perdi o que nunca tive.
Tenho saudades de um tempo em que nunca vivi.
Tenho saudades de lugares onde nunca estive.

Estou praticamente certo de que eu não sou daqui, ou estou deslocado no tempo ou no espaço, ou em ambos os dois.

Rádio Absolute 80´s

Separador

terça-feira, junho 13, 2017

Sonhos do AJ - Episódio 03

Sonhei que eu estava vindo não sei de onde e me  dirigia para a minha casa em um carro velho.
Virei uma curva à esquerda, era descida. Não me lembro porque, mas não pude continuar conduzindo o veículo - uma manifestação ou talvez um acidente.
Estacionei o carro e continuei a pé, havia à minha direita um prédio pelo qual dava para cortar caminho para outra rua, foi o que eu fiz.
Essa rua se tornava uma estrada que margeava uma serra e contornava um vale indo até outra serra onde ficava a minha casa. E é para lá que eu queria ir.
A distância a ser percorrida era considerável, pedi carona, ninguém parava, nada de carona.

Me lembrei que eu sabia voar.
Cruzei o vale voando.

Lá estava eu andado pela rua, rumo à minha casa (por que eu não voei até ela?) quando vi que algo vinha em minha direção (um portal?).
É difícil descrever, mas, imagine uma névoa se deslocando em sua direção, mas não apenas na rua, aquilo se estendia para a direita e para a esquerda até onde a vista alcançava.
Imaginou?
Pronto, tens o cenário.
A névoa era densa com um ou dois metros de visibilidade para dentro dela, e quem ali entrava ia para outra dimensão, dimensão esta povoada por monstros.
Dois desses monstros saíram dali.
Um deles tinha forma humana e carregava uma arma.
Pensei: "se eles saíram, então eu posso retirar pessoas de lá, e se esse está armado então eles são vulneráveis.
Bati com um pedaço de tábua na cabeça do cabra armado, este foi ao chão e a arma foi parar no meio da rua.
Corri e peguei o revólver, o outro monstro já vinha em minha direção.
Apontei para ele e TÉC!
TÉC TÉC TÉC.
Nem um tiro sequer.
Joguei o revólver no chão e corri.

Pernas para que te quero.

Corri tanto e tão rápido que quando percebi já estava em outra cidade (na vida real, a distância de onde eu moro até esse cidade é de cerca de 230 km), e foi ali que eu descobri que o evento não era local, pois estava ocorrendo ali também (talvez mundial).
Imaginei aquilo cobrindo todo o globo.
Continuei me movendo para longe daquilo, talvez na esperança de escapar.
Acordei quando encontrei um amigo que também corri para longe, mas precisou descansar.
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