Sonhei que eu estava vindo não sei de onde e me dirigia para a minha casa em um carro velho.
Virei uma curva à esquerda, era descida. Não me lembro porque, mas não pude continuar conduzindo o veículo - uma manifestação ou talvez um acidente.
Estacionei o carro e continuei a pé, havia à minha direita um prédio pelo qual dava para cortar caminho para outra rua, foi o que eu fiz.
Essa rua se tornava uma estrada que margeava uma serra e contornava um vale indo até outra serra onde ficava a minha casa. E é para lá que eu queria ir.
A distância a ser percorrida era considerável, pedi carona, ninguém parava, nada de carona.
Me lembrei que eu sabia voar.
Cruzei o vale voando.
Lá estava eu andado pela rua, rumo à minha casa (por que eu não voei até ela?) quando vi que algo vinha em minha direção (um portal?).
É difícil descrever, mas, imagine uma névoa se deslocando em sua direção, mas não apenas na rua, aquilo se estendia para a direita e para a esquerda até onde a vista alcançava.
Imaginou?
Pronto, tens o cenário.
A névoa era densa com um ou dois metros de visibilidade para dentro dela, e quem ali entrava ia para outra dimensão, dimensão esta povoada por monstros.
Dois desses monstros saíram dali.
Um deles tinha forma humana e carregava uma arma.
Pensei: "se eles saíram, então eu posso retirar pessoas de lá, e se esse está armado então eles são vulneráveis.
Bati com um pedaço de tábua na cabeça do cabra armado, este foi ao chão e a arma foi parar no meio da rua.
Corri e peguei o revólver, o outro monstro já vinha em minha direção.
Apontei para ele e TÉC!
TÉC TÉC TÉC.
Nem um tiro sequer.
Joguei o revólver no chão e corri.
Pernas para que te quero.
Corri tanto e tão rápido que quando percebi já estava em outra cidade (na vida real, a distância de onde eu moro até esse cidade é de cerca de 230 km), e foi ali que eu descobri que o evento não era local, pois estava ocorrendo ali também (talvez mundial).
Imaginei aquilo cobrindo todo o globo.
Continuei me movendo para longe daquilo, talvez na esperança de escapar.
Acordei quando encontrei um amigo que também corri para longe, mas precisou descansar.
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terça-feira, junho 13, 2017
terça-feira, outubro 11, 2011
Sonhos do AJ - Episódio 01.
Essa noite eu tive um sonho de sonhador, maluco que sou, eu sonhei...
Na noite de 07/10/2011 eu sonhei que uma emissora de rádio (eu nem ao menos ouço rádio) lançou um concurso que consistia em descobrir em qual ano foi feita uma foto de algum lugar do Rio de Janeiro e que estava exposta no site da emissora.
Eu acessei o site, a foto, apliquei um zoom na mesma e passei a desloca-la para a esquerda buscando algo que desse indício de qual era o ano da foto.
Até ai nada de mais, mas de repente, e não mais que de repente, eu esta dentro da foto, percorrendo a rua e olhando atentamente os muros e paredes, e pensei: "Não é possível, até parece que prepararam tudo aqui para a foto, não há uma pichação, um panfleto colado, qualquer coisa com data. Esta tudo limpo".
Andei um pouco e atravessei a rua para salvar uma garotinha que andava de velocípede e ia ser esmagada por um portão de garagem.
Garotinha salva!
Voltei para o lado da rua em que eu estava e acabei derrubando uma de duas marmitex que estavam no alto de um muro.
Eu ia embora e deixar a marmitex ali sobre o degrau do portão de entrada, isso porque o muro era alto e eu não conseguia coloca-la de volta (como então eu a derrubei?) mas eu vi que vinham vindo dois alunos e eu tinha certeza que eles iriam vandalizar, então chamei um senhor alto para que este pusesse a marmitex de volta ao topo do muro.
Eu já havia desistido de descobrir o ano da foto quando percebi que na tampa de uma das marmitex havia uma data rabiscada. Pedi para aquele Sr. pega-la para que eu pudesse anotar.
Foi o que ele fez.
Mas a vida é uma caixinha de surpresa, quando eu ia chegar perto a ponto de conseguir ler a data... eu acordei.
Depois que acordei eu percebi que a foto não era de uma parte do Rio de Janeiro, mas sim de uma parte de Cuiabá/MT, mas precisamente da praça Maria Taquara.
Talvez você seja mais maluco do que eu, maluco a ponto de acreditar que sonhos tem significados, que sonho seja uma forma de comunicação com alguém ou algo, e queira "interpretar" este sonho.
Como eu poderia caminhar dentro de uma foto?
Coisa de maluco.
Por que eu acordei justo quando ia decifrar a "parada"?
Por que a solução pareceu possível justo quando eu já havia desistido?
Antes que você comece a tecer possibilidades, aqui vão alguns parâmetros para te ajudar:
o A foto - Eu gosto de fotografia, e ultimamente ando fotografando com o meu celular.
Ultimamente minha fixação é por nuvens (já foi por arvores solitárias em um campo verde, e antes disso, arvores mortas).
Embora falte qualidade nessas fotos, eu gosto de fotografar, e "sonho" em fazer fotos de qualidade;
o Caminhando na foto - Embora seja uma tecnologia relativamente antiga, eu só descobri o
STREET VIEW em março deste ano, e até hoje fico fascinado com ela;
o Garotinha no velocípede - Dela eu não faço a menor ideia, mas do portão eu faço.
Dias desses quase bati a cabeça em um portão de garagem, e desde então eu evito passar qdo há um portão levantado;
Talvez meu cérebro tenha decidido me agradar, me fazendo de herói ao salvar uma garotinha.
o Marmitex - Trabalho longe de casa e meu almoço vem em marmitex. Boa comida, por sinal.
Embora marmitex seja uma coisa comum, faziam mais de nove anos que eu não comia
de mamitex;
o Alunos - São tantas a noticias sobre alunos que tomaram conta das escolas, alunos ditadores que estão
transformando a sala de aula no pior lugar do mundo;
o Altura - Provavelmente resquício de algum momento em que eu quis ser alto.
Não se iluda.
Sonhos não são mensagens do além nem de ninguém, são apenas construções do teu subconsciente.
Na noite de 07/10/2011 eu sonhei que uma emissora de rádio (eu nem ao menos ouço rádio) lançou um concurso que consistia em descobrir em qual ano foi feita uma foto de algum lugar do Rio de Janeiro e que estava exposta no site da emissora.
Eu acessei o site, a foto, apliquei um zoom na mesma e passei a desloca-la para a esquerda buscando algo que desse indício de qual era o ano da foto.
Até ai nada de mais, mas de repente, e não mais que de repente, eu esta dentro da foto, percorrendo a rua e olhando atentamente os muros e paredes, e pensei: "Não é possível, até parece que prepararam tudo aqui para a foto, não há uma pichação, um panfleto colado, qualquer coisa com data. Esta tudo limpo".
Andei um pouco e atravessei a rua para salvar uma garotinha que andava de velocípede e ia ser esmagada por um portão de garagem.
Garotinha salva!
Voltei para o lado da rua em que eu estava e acabei derrubando uma de duas marmitex que estavam no alto de um muro.
Eu ia embora e deixar a marmitex ali sobre o degrau do portão de entrada, isso porque o muro era alto e eu não conseguia coloca-la de volta (como então eu a derrubei?) mas eu vi que vinham vindo dois alunos e eu tinha certeza que eles iriam vandalizar, então chamei um senhor alto para que este pusesse a marmitex de volta ao topo do muro.
Eu já havia desistido de descobrir o ano da foto quando percebi que na tampa de uma das marmitex havia uma data rabiscada. Pedi para aquele Sr. pega-la para que eu pudesse anotar.
Foi o que ele fez.
Mas a vida é uma caixinha de surpresa, quando eu ia chegar perto a ponto de conseguir ler a data... eu acordei.
Depois que acordei eu percebi que a foto não era de uma parte do Rio de Janeiro, mas sim de uma parte de Cuiabá/MT, mas precisamente da praça Maria Taquara.
Talvez você seja mais maluco do que eu, maluco a ponto de acreditar que sonhos tem significados, que sonho seja uma forma de comunicação com alguém ou algo, e queira "interpretar" este sonho.
Como eu poderia caminhar dentro de uma foto?
Coisa de maluco.
Por que eu acordei justo quando ia decifrar a "parada"?
Por que a solução pareceu possível justo quando eu já havia desistido?
Antes que você comece a tecer possibilidades, aqui vão alguns parâmetros para te ajudar:
o A foto - Eu gosto de fotografia, e ultimamente ando fotografando com o meu celular.
Ultimamente minha fixação é por nuvens (já foi por arvores solitárias em um campo verde, e antes disso, arvores mortas).
Embora falte qualidade nessas fotos, eu gosto de fotografar, e "sonho" em fazer fotos de qualidade;
o Caminhando na foto - Embora seja uma tecnologia relativamente antiga, eu só descobri o
STREET VIEW em março deste ano, e até hoje fico fascinado com ela;
o Garotinha no velocípede - Dela eu não faço a menor ideia, mas do portão eu faço.
Dias desses quase bati a cabeça em um portão de garagem, e desde então eu evito passar qdo há um portão levantado;
Talvez meu cérebro tenha decidido me agradar, me fazendo de herói ao salvar uma garotinha.
o Marmitex - Trabalho longe de casa e meu almoço vem em marmitex. Boa comida, por sinal.
Embora marmitex seja uma coisa comum, faziam mais de nove anos que eu não comia
de mamitex;
o Alunos - São tantas a noticias sobre alunos que tomaram conta das escolas, alunos ditadores que estão
transformando a sala de aula no pior lugar do mundo;
o Altura - Provavelmente resquício de algum momento em que eu quis ser alto.
Não se iluda.
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