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quinta-feira, novembro 13, 2014

Sonhos do AJ - Episódio 02.

Adventure on a dream.

Esta noite eu tive um sonho, de sonhador, maluco que sou, eu sonhei...

Eu tinha que ir para o trabalho, e ia em um caminhão, de carona.
E assim fiz, e um amigo foi junto.
O motorista do caminhão era um dos motorista da Prefeitura Municipal de Primavera do Leste.
Subimos no caminhão, e saímos do pátio(?), nesse momento havia um ônibus parado do lado direito da rua, o motorista parou emparelhado e começou a conversar com o motorista do ônibus que disse que iria levar uma turma de jovens para um treinamento, e que parte do treinamento consistia em trocar a roupa durante o trajeto.
Então é por isso que um dos dois jovens que já haviam embarcados estava trocando a roupa(1).
Seguimos viagem.
O motorista nos disse que teria que passar em algum lugar para pegar não sei o que, andamos um pouco e viramos à esquerda, entramos em uma estrada de terra. Mato dos dois lados da estrada.
Andamos mais um pouco e viramos à esquerda novamente, andamos cerca de 100 metros e paramos.
Descemos.
Seguimos caminhando, haviam placas com a figura do Che Guevara, falei algo ao meu amigo que me respondeu não sei o que. Certamente não foi a favor do Che, pois, enquanto falávamos uma mulher chegou perto e ao ouvir a fala do meu amigo retirou uma pistora da cintura, a encostou na cabeça do infeliz e disse algo que também não me lembro, mas não foi um agrado, creio eu.
Depois de ter dito o que queria, guardou a arma, guardou umas latas em uma prateleira e retornou.
Esse amigo retornou para a estrada, fui atras dele mas não o vi mais, retornei(por que?).
Fiquei por ali, de bobeira, esperando o motorista, então, apareceu sabe se lá de onde um menino de aproximadamente uns 3 anos e ficou brincando pelo chão com uns carrinhos que ali estavam.
No momento seguinte eu não estava mais na sala de espera, estava na rua, juntamente com o garotinho que brincava com os carrinhos.
O sol começou a raiar(?), então apareceram dois garotos, um de uns 10 anos e outro de uns 14 anos.
O menor pediu leite e pão para alguém que estava na cozinha.
Eu perguntei algo para eles e o menino que pediu leite e pão de repente empunhava uma pistola e a apontava, ora para mim, ora para o menino de 3 anos, e esbraveja.
Eu perguntei ao menino de 14 anos se eles iriam nos deixar ir embora, o que me respondeu: 
"Você não quer ir por esse caminho, ou quer?" 
E continuou:
"Quer dizer, nós estamos por toda parte".
Ferrou, pensei, acho que o motorista já era.
Mas, quando tudo parecia  perdido, eis que surgem soldados, foi um corre-corre.
Não fui confundido porque os bandidos vestiam uniformes com o simbolo do MST(?).
O pau comeu solto, da parte dos bandidos sobreviveram um rapaz e uma moça, e os soldados caíram na besteira de os fazerem prisioneiros, os guardando em um camburão.
Enquanto nós nos distraímos comemorando a ação bem sucedida o casal saiu do camburão e o cara pegou uma bazuca(2), só eu vi.
Os dois montaram em uma moto e saíram em disparada(4), eu me armei de dois tijolos de oito furos(3), pulei a janela e corri (ou andei) atrás do casal(5).
Desesperadamente se viram encurralados, pois agora, a rua pela qual entrei não tinha mais saída, a saída agora era pela direita, fizeram o retorno e entraram na rua (agora a esquerda), me embrenhei atrás dos meliantes, mas de repente, a rua ganhou um canal seco e eu estava na margem esquerda do canal (6) e o casal na margem direita.
Eu não conseguiria atingi-los dali com o tijolo, então vi que vinha em nossa direção um baita de um javali em disparada, torci para que este acertasse com seus dentões a perna do cabra que pilotava a moto.
Droga, errou.
Passou de raspão.
Mas, a vida é uma caixinha de surpresa, quem carregava a bazuca era a moça, e esta para evitar o dente do javali lentou as pernas o que provocou um desequilíbrio na moto, fazendo a ziguezaguear e moça largar a bazuca que vou pelos ares.
Sem pestanejar, eu, dotado do meu poder de voar(7), voei por sobre o canal e peguei a bazuca no ar, agora era eu quem fugia(8).
Mas a vida... 
Durante a fuga eu olhava para trás e não vi que voava direto para uma arvore onde ficaria preso aos galhos. Enquanto eu tentava me desvencilhar dos galhos, acordei.


(1) Mas, não era para ser durante o trajeto?
    Esses jovens...
    Sempre trapaceando.
(2) Essa bazuca parecia bazuca de desenho animado.
(3) Caramba!
    Com tantas armas e não havia nenhuma naquele momento.
(4) Por que carga d´água eles não usaram a bazuca?
(5) Uma motocicleta não é páreo para um pedestre, mesmo este estando com dois tijolos de oito furos, um e cada mão.
(6) Sempre esquerda?
    Não comentei mas ao sairmos do pátio com o caminhão, viramos à esquerda.
(7) Eu ainda não contei, mas volta e meia eu sonho que posso voar, logo contarei alguns desses sonhos.
(8) Why? Eu agora estava armado com dois tijolos e uma bazuca, não tinha porque fugir de um casal desarmado.

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